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segunda-feira, 28 de junho de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
Economia - o que é
Existem diversas definições de Economia, neste pequeno trabalho apresento duas delas, analisando primeiro uma e depois a outra. A Economia pode ser definida como a ciência que analisa a forma como as sociedades se servem dos escassos recursos que existem para produzir bens a que é atribuído um valor e de como estes são distribuídos pelas pessoas.
Nesta definição incluem-se duas questões basilares para a compreensão desta ciência:
- A primeira está intimamente ligada com a escassez de bens para a produção. Estes não existem em quantidade suficiente, que chegue para satisfazer plenamente todas as necessidades e desejos das pessoas;
- A segunda aborda a necessidade da sociedade usar os escassos recursos que possui de uma maneira eficiente procurando formas de os utilizar sustentavelmente, optimizando a satisfação das necessidades reais de todos.
Assim a Economia tenta encontrar a resposta a questões, tais como:
- O quê
O que se deve produzir e em que quantidades?
Quais os produtos e serviços que deverão ser produzidos, para satisfazerem o melhor possível as necessidades dos indivíduos?
- Como
Como se devem produzir os bens?
Quais as tecnologias e os processos de produção a utilizar?
Quais as matérias-primas que devem ser utilizadas na produção de um produto?
Como optimizar a produção levando em conta a escassez dos recursos existentes?
- Para quem
Para quem serão produzidos os bens?
Como circularão os rendimentos disponíveis, pelos diferentes agentes económicos?
Quem deverá auferir maiores ganhos e quem deverá auferir ganhos menores?
Para responder às três questões (o quê, como E para quem), as sociedades criaram diferentes sistemas de organização económica, como por exemplo, as muito propaladas Economia de Mercado E as Economias Centralizadas
Nas Economias de Mercado é o mercado (composto por aqueles que oferecem e pelos que procuram os bens), que decide a resposta às três questões anteriormente apresentadas e que constituem um problema qualquer organização económica contemporânea.
Nas Economias Centralizadas as principais decisões quanto às três questões (o quê, como e para quem), São tomadas pelo governo.
No entanto actualmente já não existem sociedades que se encaixem num só dos dois tipos apresentados. De facto, todas as sociedades actuais estão organizadas em economias mistas, na medida em que contêm características quer de uma quer da outra.
Os bens e serviços produzidos são utilizados de uma de três formas: para a satisfação das necessidades dos indivíduos (bens de consumo de primeira necessidade), para o investimento nas empresas (maquinaria e outros equipamentos ou produtos necessários para a laboração), ou para serem consumidos no processo produtivo de forma a originar outros bens e serviços (as matérias-primas).
Existem outros factores que poderíamos referir, (como o que são bens de consumo e serviços, quais os que têm mais que uma utilização), mas ficam para um próximo trabalho sobre o tema da Economia.
Perante a situação em que as regras são ditadas pelos mercados e vivendo nós numa era em que os recursos, que são já de si parcos, diminuem a olhos vistos e a população mundial aumenta rapidamente, podemos assim dizer que a Economia enquanto ciência social, que se imiscuí em vários campos da vida, assume extrema importância. Visto que temos de encontrar forma de estancar a delapidação dos recursos que vêm ocorrendo, a Economia ao estudar a optimização do seu uso de forma a satisfazer as necessidades reais das pessoas, está a contribuir para a subsistência da vida humana, animal e vegetal no nosso planeta.
Nas Economias Centralizadas as principais decisões quanto às três questões (o quê, como e para quem), São tomadas pelo governo.
No entanto actualmente já não existem sociedades que se encaixem num só dos dois tipos apresentados. De facto, todas as sociedades actuais estão organizadas em economias mistas, na medida em que contêm características quer de uma quer da outra.
Por exemplo nas economias ocidentais consideradas habitualmente de Mercado, embora seja o mercado a determinar a resposta, os governos desempenham um papel muito importante, enquanto supervisores e regulamentadores das actividades económicas, das oferta de serviços públicos ou da repartição dos recursos pelos agentes económicos.
A Economia pode também ser definida como a ciência que estuda as relações que se estabelecem entre os indivíduos e as organizações económicas nas actividades produtivas e nas de consumo, acumulação de bens e de serviços.Os bens e serviços produzidos são utilizados de uma de três formas: para a satisfação das necessidades dos indivíduos (bens de consumo de primeira necessidade), para o investimento nas empresas (maquinaria e outros equipamentos ou produtos necessários para a laboração), ou para serem consumidos no processo produtivo de forma a originar outros bens e serviços (as matérias-primas).
Existem outros factores que poderíamos referir, (como o que são bens de consumo e serviços, quais os que têm mais que uma utilização), mas ficam para um próximo trabalho sobre o tema da Economia.
Perante a situação em que as regras são ditadas pelos mercados e vivendo nós numa era em que os recursos, que são já de si parcos, diminuem a olhos vistos e a população mundial aumenta rapidamente, podemos assim dizer que a Economia enquanto ciência social, que se imiscuí em vários campos da vida, assume extrema importância. Visto que temos de encontrar forma de estancar a delapidação dos recursos que vêm ocorrendo, a Economia ao estudar a optimização do seu uso de forma a satisfazer as necessidades reais das pessoas, está a contribuir para a subsistência da vida humana, animal e vegetal no nosso planeta.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Actividade prática 1
A repartição de riqueza e de salários em Portugal é feita de uma forma muito injusta. As desigualdades são gritantes, pendendo a balança sempre a favor das camadas da sociedade que são mais ricas.
Esta situação cria um círculo vicioso, os ricos ficam-no mais, enquanto se perpétua a pobreza. Salários mais baixos produzem pensões baixas e no caso dos mais jovens produzem baixa escolaridade, decorrente da necessidade que as famílias têm de aumentar os parcos proventos.
É verdade que o Estado tem tentado equilibrar as repartições primárias, de forma a diminuir o fosso por estas aberto, mas não tem sido bem sucedido, como mostra a situação em que vivemos.
Os trabalhadores vêm desde há uns anos a esta parte a perder poder de compra. O salário real tem vindo a descer com a taxa de inflação verificada. Esta situação tem aumentado em muito as assimetrias. Estas são ainda mais gritantes se estivermos a falar sobre a realidade de uma região do interior do país ou se a população analisada for a feminina, pois esta aufere salários muito mais baixos que os homens, embora desempenhe as mesmas funções.
Estas situações devem e têm que ser combatidas, para que a nossa sociedade não se exclua a si própria, ao ofender a dignidade humana presente em cada um de nós.
domingo, 30 de maio de 2010
Actividade prática 2
Perguntas
1) Refira a importância da elaboração de um orçamento familiar.
2) Indique os passos que deve seguir na elaboração do orçamento familiar.
3) Qual a importância de uma poupança?
4) Refira algumas formas de investimento de poupanças.
5) Indique as formas de investimento com a maior rentabilidade a longo prazo.
Respostas
1) A elaboração dum orçamento familiar, permite conhecer os seus hábitos de consumo, possibilitando identificar onde será possível economizar. Desta forma será possível estabilizar as finanças da família e prevenir imprevistos.
2) Os seis passos que se devem seguir na elaboração dum orçamento familiar são os seguintes:
- A utilização dum formulário de orçamento baseado no rendimento líquido auferido;
- Fazer uma lista das despesas mensais regulares, como a renda, os seguros, as facturas de água, electricidade e gás;
- Inscrever no orçamento os custos diários com a alimentação, os transportes, as roupas, entre outros;
- Pensar nas despesas extra, tirando mensalmente, um valor estipulado para férias, ofertas, reparações e compras de itens mais dispendioso;
- Calcular o rendimento e as despesas;
- Analisar mensalmente o orçamento e ajustá-lo se existirem alterações no rendimento ou nas despesas.
3) Possuir uma poupança é sempre importante para poder fazer frente a situações inesperadas como um acidente, uma doença ou qualquer outra emergência que possa surgir. Tendo uma poupança não existirá necessidade de contrair dividas e poder-se-á mesmo ajudar alguém que esteja em dificuldades económicas.
4) Algumas formas de se investir poupanças são as contas poupança individuais direccionadas para grupos específicos, as obrigações ou títulos, os fundos de investimento e as acções da bolsa.
5) As formas de investimento com maior rentabilidade a longo prazo são os fundos de investimento e as contas poupança. A rentabilidade das contas poupança varia de entidade bancária para entidade bancária. Daí que se recomende a consulta de várias entidades antes da sua constituição.
sexta-feira, 26 de março de 2010
Filhos do divórcio
Gosta do que vê nesta fotografia?
Durante muitos anos foi absolutamente desejável e obrigatório, do ponto de vista social que os casais permanecessem juntos, coabitando até que os filhos crescessem e formassem as suas próprias famílias, independentemente dos problemas que existissem entre os cônjuges.
Quando os casais não seguiam esta regra e se separavam, como que caía sobre as crianças uma espécie de estigma ou maldição. Os filhos de casais separados tornavam-se os abandonados, que tinham de carregar essa vergonha como marca diferenciadora pela vida fora. Como se a responsabilidade da separação parental fosse sua e dessa situação adviessem todas as tentações que os iriam tornar potenciais delinquentes.
A consciência deste ponto de vista, foi muitissimas vezes, o motivo para que se mantivessem casamentos, que só o eram na fachada. Tudo era feito para evitar o estigma e a vergonha que a sociedade fazia incidir sobre as famílias cujos pais se separavam.
No entanto, no espaço de uma ou duas gerações, a mentalidade mudou radicalmente, passando a considerar-se a afirmação de que só aguento isto por causa das crianças, como uma desculpa esfarrapada, sem qualquer razão de ser.
Hoje considera-se que os adultos não devem hipotecar as suas vidas pelo conforto dos filhos e que estes não são mais felizes só por terem pais que continuam juntos, apesar de se sentirem zangados e frustrados, antes pelo contrário, entende-se que podem até ser bem mais infelizes, do que se os pais estivessem separados. Daí que se tenha passado a considerar, que é de bom senso ter pais separados mas felizes, em vez de pais juntos, mas infelizes.
Mas aqui é que começa o problema real, no pressuposto de que os pais que se separam, por se darem mal, vão passar a dar-se bem, depois da separação:
Sabe-se que existem situações em que, assim acontece, em que as pessoas envolvidas, por serem altamente civilizadas, conseguem destrinçar claramente o que é da esfera do relacionamento parental e o que é do foro do relacionamento do casal. Estas pessoas conseguem perceber que não é bom para a saúde emocional e psíquica dos filhos fomentar ódios denegrindo a imagem do ex-cônjuge, por isso empenham-se em preservar e promover o outro perante os filhos.
No entanto estes casos são minoritários, infelizmente. A grande maioria dos casais que se separam, fazem-no zangados, cheios de raiva e desejo de vingança, achando que o ex-cônjuge não presta e não merece ser amado pelos filhos.
Conscientemente ou não, arrastam os filhos para a sua arena usando-os como arma contra o outro. Ficam irritados, se as crianças revelam alegria e felicidade por passarem tempo com o outro progenitor, transmitindo por palavras e/ou actos aos filhos que estes têm a obrigação de tomar o partido de um como sendo a vítima, enquanto o outro é o culpado, não podendo gostar dos dois progenitores. Nestes casos ter os pais separados é sem dúvida, um fardo pesado para as crianças, não por aqueles estarem divorciados, mas sim, porque são inimigos e, como tal o seu objectivo é denegrir o ex-conjuge, mantendo-o afastado e em segundo plano no desempenho seu papel de progenitor.
Só que um dia as crianças crescem e consciencializam-se das chantagens e manipulações de que foram alvo e, tendo-se tornado peritas nestas, voltam o feitiço contra o feiticeiro, o que tem dado origem a situações muito difícies de gerir...
Por isso, o ideal não é que os pais não se separem, mas sim que entendam que a sua separação é unicamente entre eles enquanto casal e nunca entre eles e os filhos.
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